domingo, 17 de junho de 2018

Castelo de Penedono

Olá,

Hoje trago-vos um dos castelos mais bonitos que alguma vez vi. Não que ele por dentro tenha muito que ver nem por ter sido muito importante na história, mas sim pela beleza arquitectónica, com ar de castelo de princesas.

 Castelo de Penedono

Começando pelo início, Penedono é uma Vila situada no distrito de Viseu. E a 900 metros de altitude, sobre um monte granítico que compõe a Serra do Serigo, vê-se o fabuloso castelo gótico, de planta poligonal, formando um heptágono irregular. Um castelo muito antigo, anterior a Portugal, sendo a mais antiga referência existente com data de 960, e é relativa à sua doação a Dona Flámula. No entanto, o castelo deverá ser ainda mais antigo, uma vez que foram encontradas algumas características da construção árabe. 

Entrada para Castelo de Penedono

Foi palco de vários confrontos entre cristãos e muçulmanos durante a Reconquista. No século X, o imperador das Espanhas Fernando Magno mandou reconstruí-lo, promovendo também o povoamento ao seu redor. 
Recebeu a sua primeira carta foral em 1195, com D. Sancho I, embora esteja relacionado com o primeiro foral concedido em terras lusas por Fernando Magno em 1055. Este foral foi confirmado, em Trancoso, no ano de 1217, por D. Afonso II.

Vista sobre a vila - Castelo de Penedono

No final do século XIV, o castelo foi, provavelmente, reedificado sobre as estruturas pré-existentes, por iniciativa de D. Vasco Fernandes Coutinho, senhor de Leomil, e a quem o rei D. Fernando o tinha doado.
No âmbito da reforma dos diplomas concelhios, D. Manuel I, concedeu novo foral a Penedono em 27 de Novembro de 1512.
Em 1530, foram efectuadas novas obras, sob a vigência do D. Francisco Coutinho, Conde de Marialva e Vedor da Comarca da beira, que o transformou em residência.

 Interior do Castelo de Penedono

Em 1812 foi visitado por Alexandre Herculano, no decurso das investigações históricas que estava a fazer nos cartórios da província. 
O concelho foi extinto em 1895 e restabelecido em 1898.
Em 1940, o castelo foi alvo de uma homenagem nacional nas comemorações do 3º centenário da Restauração.

Interior do Castelo de Penedono

O castelo ainda mantém a cisterna, caminho de ronda e conversadeiras no seu interior, que denunciam a presença de um piso intermédio.

Interior do Castelo de Penedono

O Castelo está ainda associado à mítica figura do Magriço, Álvaro Gonçalves Coutinho, que era natural de Penedono e foi imortalizado por Camões n'Os Lusíadas.

Exterior do Castelo de Penedono

Na praça em frente à entrada do castelo e nas proximidades da antiga Casa da Câmara, ergue-se o Pelourinho. É uma peça quinhentista e é o símbolo do poder municipal. Foi reconstruído nos anos 30 do século XX, pois tinha sido destruído em data incerta.

Pelourinho de Penedono

Como Chegar:
Do Porto - A1 até Albergaria, apanhar a A25 até à saída Viseu/Satão e seguir pela EN229 em direcção a Penedono;

De Lisboa - A1 até à ligação com a A23. Entre na A23 e siga na direção da Guarda. Seguir pela N102 e de seguida pela EN226. A 5km, seguir para EN229 em direcção a Penedono.


O Castelo tem entrada gratuita e encontra-se aberto todos os dias das 9h às 18h, com excepção de Sábado (das 10h às 18h) e de Domingo (das 14h ás 18h). Nos meses de Janeiro, Fevereiro, Março, Novembro e Dezembro o castelo encerra às 17h e em Julho e Agosto encerra às 19h.

Vale a pena a visita à vila, que é lindíssima e ao fabuloso castelo!

By Lum

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sábado, 9 de junho de 2018

Beyond the Black - Heart of the Hurricane (Official Lyric Video)



Os Beyond the Black vão lançar novo álbum já no final de Agosto, mais precisamente a 31 de Agosto deste ano. E ontem lançaram o primeiro single "Heart of the Hurricane".



Deixo-vos a tracklist e a CoverArt do álbum:

1.  Hysteria
2.  Heart of the Hurricane
3.  Through the Mirror
4.  Million Lightyears
5.  Song for the Godless
6.  Escape from the Earth
7.  Beneath a Blackened Sky
8.  Fairytale of Doom
9.  My God is Dead
10.  Dear Death
11.  Scream for Me
12.  Freedom
13.  Breeze
Bonus
14.  Echo from rhe Past
15.  Parade

By Lum
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domingo, 3 de junho de 2018

Receita - Vitela estufada com cogumelos recheados

Olá,

Já à algum tempo que não vos trago uma receita, portanto... voilá: Vitela estufada com cogumelos recheados!


Ingredientes (para duas pessoas):
- 2 Cogumelos Portobello;
- 2 Cenouras;
- 1 Cebola;
- Tomate triturado q.b.;
- 2 dentes de alho;
- 200gr de Brócolos;
- 150gr de Presunto (com pouca gordura) cortado em tiras;
- Vitela q.b;
- Sal e Pimenta;
- Fio de Azeite;
- Pimentão doce q.b.;
- Queijo ralado (sem lactose).

Preparação:
1. Começar por limpar os cogumelos, retirar o caule e cortar aos cubos;
2. Numa panela, picar a cebola e os dentes de alho e adicionar um fio de azeite. Deixar refogar até a cebola ficar transparente;
3. Cortar as cenouras em pedaços grandes (eu cortei em 4) e adicionar ao refogado;
4. Numa panela, cozer os brócolos com uma pitada de sal;
5. No refogado, adicionar o tomate triturado, e temperar com pimentão doce, sal e pimenta (a gosto) e deixar cozinhar 5 minutos em lume brando;
6. Adicionar ao refogado a vitela cortada aos cubos e deixar cozinhar;
7. Entretanto, pré-aquecer o forno a 180ºC;
8. Numa frigideira, adicionar um fio de azeite e saltear o presunto com os caules dos cogumelos. Escorrer os brócolos cozidos e adicionar na frigideira. Envolver bem;
9. Colocar uma folha de papel vegetal num tabuleiro próprio para ir ao forno, colocar os cogumelos. Colocar o preparado salteado dentro dos cogumelos. Polvilhar com queijo ralado e levar ao forno gratinar;


E.. está pronto a servir!



By Lum
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sábado, 26 de maio de 2018

D. Estefânia - Um Trágico Amor, de Sara Rodi


"Quando D. Estefânia saiu da igreja de São Domingos, pela mão do seu marido D. Pedro V, rei de Portugal, as vozes dos portugueses ditaram-lhe o destino: a rainha vai morta! Vai de capela! Três gotas de sangue haviam-lhe manchado o vestido branco imaculado. A jovem princesa alemã não teve forças para aguentar o peso do magnífico diadema que D. Pedro lhe oferecera como prova do seu amor. Um amor cúmplice, puro e apaixonado, entre duas almas gémeas unidas em propósito, durante 14 meses. Apenas 14 meses. Escrito na primeira pessoa, num tom confessional e recheado de emoção, a autora Sara Rodi revela-nos a apaixonante história de D. Estefânia Hohenzollern- Sigmaringen. Uma rainha que muitos portugueses viram como um anjo que lhes trouxe a esperança que tanto lhes faltava, sempre disposta a ajudar os mais pobres e desfavorecidos. Não fez mais porque morreu jovem aos 22 anos. Sem ter deixado um herdeiro para o trono de Portugal. Mas deixando um último pedido: a construção de um novo e moderno hospital que prestasse assistências às crianças pobres e desvalidas. O Hospital D. Estefânia. D. Pedro cumpriu o último desejo da sua mulher, mas o rei Muito Amado de Portugal não resistiu à morte de Estefânia e dois anos depois partiu para junto dela."

Foi o primeiro livro que li da escritora Sara Rodi. E também sobre a Rainha D. Estefânia.
Uma rainha bondosa, que trouxe a esperança aos mais pobres e doentes. Morreu aos 22 anos, apenas 14meses depois de se ter tornado rainha de Portugal. Infelizmente, não foi o tempo suficiente para que deixasse marca suficiente que a levassem a ser falada até nas aulas de história. Uma pena, pois é realmente uma pessoa apaixonante e teria sido uma óptima rainha. No entanto, deixou uma marca importante (infelizmente não tão falada), que foi a construção do hospital D. Estefânia, o seu último desejo.
O livro de Sara Rodi ajuda-nos a perceber a vida desta rainha, embora curta, foi tão rica. O livro, à semelhança A Imperatriz que veio de Portugal, de Mercedes Balsemão, também é contado na primeira pessoa, com D. Estefânia já perto da sua morte, relembra o passado. No entanto, é um pouco diferente, pois aqui a viagem ao passado não é corrida, ou seja, não começa com ela na infância, até à hora da morte. Ela vai relembrado das fases da sua vida, mas de forma alternada. Torna-se um pouco mais complicado de seguir à história, no entanto, o livro é tão envolvente, que essa complicação deixa de existir com o decorrer do livro.

Em conclusão: adorei o livro e adorei descobrir a história de D. Estefânia. Recomendo!

By Lum
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domingo, 20 de maio de 2018

Biotherm Aquasource - First review

Hello,

Tal como prometido, hoje venho deixar-vos com a review do novo Biotherm Aquasource, que a Youzz me deu o prazer de testar.

Ora então, o que recebi? Recebi um tester do sérum Biotherm Aquasource Aura Concentrate, uma amostra do Biotherm Aquasource Gel em tubo, uma amostra de Biotherm Aquasource gel para noite, uma amostra de Biotherm Aquasource para o contorno dos olhos, 5 amostras do Sérum Biotherm Aquasource e Biotherm Aquasource Gel para distribuir pelas amigas e três amostras Biotherm Homme AquaPower para os amigos (que não ficaram de fora).


As minhas amigas já experimentaram e gostaram bastante. Os meus amigos (o meu marido incluído) experimentaram e adoraram, aliás, o meu marido ficou fã! Depois farei um post sobre o que o Biotherm AquaPower.

Mas vamos ao sérum!
O que promete: 
- Serum regenerador intenso, confere hidratação e luminosidade, para todos os tipos de pele.
- Penetra rapidamente e restaura intensamente a luminosidade. 
- Uma única aplicação e 24 horas de hidratação intensa regeneradora. 
- Em 10 dias a tez é reavivada.


O que achei:
Cumpre com tudo o que promete. Já tinha falado no post no facebook do blog, este sérum conseguiu o que mais nenhum dos cremes e séruns que usei conseguiu: eliminar o vermelhidão que tinha no rosto, provocado pelas alergias, tão características desta altura do ano. Na foto que postei, ainda tinha um pouco de vermelhidão, mas agora não há sinal dele.
O sérum não é gordurento, e é rapidamente absorvido pela minha pele, que aguenta todo o dia sem sinal de secura. A minha pele fica luminosa e fresca. Adoro o cheiro!


A embalagem é muito prática: tem um aplicador tipo conta gotas, para que seja de fácil aplicação sem desperdiçar nada. 

Experimentei também o Biotherm Aquasource Gel, aplicado depois do sérum. Infelizmente foi pouco tempo (a amostra era bem pequenina) e não deu para ter noção dos resultados a longo prazo, mas a curto prazo, gostei. A pela fica como seda, fresquinha e hidratada. 
Experimentei também o Biotherm Aquasource gel para noite e o para contorno de olhos e também gostei, embora, mais uma vez a amostra era pequenina. Fiquei bastante curiosa com o de contorno de olhos, que estou a pensar em comprar.

Em conclusão: é tudo o que promete! Vou com certeza continuar a usar, pois conseguiu um lugar de produto de eleição, só por conseguir fazer desaparecer o vermelhidão que tinha no rosto e manter a minha pele hidratada dia e noite. 
Um obrigado à Youzz por me ter dado a possibilidade de testar este fantástico produto!
#glowonaquasource #biothermportugal #youzzportugal

Entretanto, a Youzz lançou um novo desafio: "Queres ter uma make up digna de estrela de cinema? Vamos dar-te algumas dicas e graças a Biotherm Aquasource vais ter uma maquilhagem perfeita."
Em breve, mostrarei os resultados deste desafio :)



By Lum

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domingo, 13 de maio de 2018

domingo, 6 de maio de 2018

Aldeia Histórica de Marialva

Hello,

Na nossa tour pelas Aldeias Históricas de Portugal, paramos em Marialva.
Marialva fica a 7km da cidade de Mêda, no distrito da Guarda, situando-se na margem esquerda da ribeira de Marialva. É constituída por 3 zonas: a cidadela ou Vila no interior do Castelo que agora se encontra despovoada, o Arrabalde que fica fora da zona amuralhada, e a Devesa situada a sul da cidadela, estendendo-se até à ribeira.

Aldeia Histórica de Marialva - Arrabalde

Os origens de Marialva remontam ao tempo da antiga cidade de Aravor, fundada pelos Túrdulos no século VI a.C. Com a chegada dos romanos, o nome foi alterado para Civitas Aravorum. Os árabes também ocuparam esta zona, a que deram o nome de Malva. Esta foi novamente reconquistada por D. Fernando Magno de Leão em 1063, chamando-lhe de Marialva, nome que permanece até aos dias de hoje.

Marialva - Entrada na Cidadela (Castelo)

A aldeia ficou despovoada após a reconquista e D. Afonso Henriques mandou-a repovoar e concedeu-lhe o primeiro floral em 1179.  O seu filho, D. Sancho I, voltou a reconquista-la em 1200, e é nesta altura que o povoado passou para fora das muralhas, formando-se o Arrabalde. Esta zona apresenta uma malha urbana predominantemente medieval, com igrejas, capelas e casas quinhentistas e senhoriais.

Castelo de Marialva - dentro das muralhas

Esta estrutura medieval, situa-se na linha de fronteira anterior ao Tratado de Alcanices (1297) e manteve-se praticamente intacta. O castelo fica no alto de um penhasco, com as muralhas em configuração oval a circundar a vila. É o monumento mais importante de Marialva.

Castelo principal, dentro das muralhas

D. Dinis, criou a Feira em 1286 e D. Manuel concedeu-lhe novo Foral em 1512, na qual procedeu a obras no castelo, tornando Marialva numa das mais imponentes e fortes praças de guerra do reino.

Castelo de Marialva - dentro das muralhas

Devido à sua localização fronteiriça e à feira, realizada a 15 de cada mês e que concedia diversos privilégios aos moradores e feirantes, iniciou-se, no século XII a fixação dos judeus, tendo o número aumentado durante o reinado de D. Manuel, formando-se uma judiaria. 

Cidadela - interior das muralhas

D. Afonso V deu o título de Conde de Marialva a D. Vasco Coutinho em 1440, que se tinha destacado nas campanhas militares no norte de África. Mais tarde, D. Afonso VI, em 1675, passou a marquezado, sendo o primeiro Marquês de Marialva D. António Luís de Menezes, terceiro Conde de Cantanhede, pelo seu importante papel na Revolução de 1640.

Castelo, Igreja e Capela na Cidadela - interior das muralhas

Em 1885 o concelho de Marialva foi suprimido e passou a integrar o de Vila Nova de Foz Côa. Em 1872, Marialva passou a pertencer ao concelho de Mêda, onde se mantém até aos dias de hoje.

Câmara Municipal e Pelourinho na Cidadela - interior das muralhas

Cidadela - Interior das muralhas

Como Chegar:
Do Porto - A1 até Albergaria, apanhar a A25 até Celorico da Beira. Seguidamente o IP2 até Marialva;

De Lisboa - A1 até à ligação com a A23. Entre na A23 e siga na direção da Guarda. Uma vez chegado à Guarda entre na A25 e siga até Celorico da Beira. Seguidamente, apanhe o IP2 até Marialva.

Vale muito a pena a visita, é uma aldeia realmente mágica!

By Lum
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terça-feira, 1 de maio de 2018

D. Maria II - Tudo por um Reino, de Isabel Stilwell


"Com apenas 7 anos, Maria da Glória torna-se rainha de Portugal. Um país do outro lado do oceano que nunca havia pisado. A sua infância foi vivida no Brasil, entre o calor e os papagaios coloridos que admirava na companhia dos seus irmãos e da sua adorada mãe, D. Leopoldina. A ensombrar esta felicidade apenas Domitília, a amante do seu pai, imperador do Brasil e D. Pedro IV de Portugal. Em 1828 parte rumo a Viena para ser educada na corte dos avós. Para trás deixa a mãe sepultada, os seus adorados irmãos e a marquesa de Aguiar, sua amiga e protetora. Traída pelo seu tio D. Miguel, que se declara rei de Portugal, e a quem estava prometida em casamento, D. Maria acaba por desembarcar em Londres onde conhece Vitória, a herdeira da coroa de Inglaterra a quem ficará para sempre ligada por uma estreita relação de amizade. Aos 15 anos, finda a guerra civil, D. Maria pisa pela primeira vez o solo do seu país. Seria uma boa rainha para aquela gente que a acolhia em festa e uma mulher feliz, mais feliz do que a sua querida mãe. Fracassada a sua união com o tio, agora exilado, casa-se com Augusto de Beauharnais que um ano depois morre de difteria. Maria era teimosa, não desistia assim tão facilmente da sua felicidade e encontra-a junto de D. Fernando de Saxo-Coburgo-Gotha, pai dos seus onze filhos, quatro deles mortos à nascença."

Isabel Stiwell não desilude! Mais um livro de grande qualidade, tal como nos tem habituado!
Maria da Glória nasceu no Brasil e presenciou coisas que nenhuma criança deveria presenciar. O seu pai tinha várias amantes, entre elas Domitília, que ensombra a família. Após a morte da mãe, D. Maria segue para a Europa para reclamar o trono de Portugal, na qual se tornou rainha aos 7 anos, no entanto, haveria de voltar ao Brasil sem ter entrado no nosso país. Durante a estadia na Europa, fez uma grande amizade com Vitória de Inglaterra. Pisaria pela primeira vez o nosso país com 15 anos. Casou com Augusto de Beauharnais, mas este morreu um ano depois. Volta a casar-se, desta vez com D. Fernando de Saxo-Coburgo-Gotha, homem que amou até morrer. Reinou numa altura em que o país esta endividado devido à guerra, divido e sempre à beira da guerra civil. Não tomou as melhores decisões enquanto rainha, nomeadamente com o seu ministro, e foi muitas vezes mal aconselhada. No entanto, acho que ela foi uma mulher de uma grande coragem e força. Morreu muito nova, aos 34 anos, no seu 11º parto, ou no cumprimento do seu dever como rainha, como costumava dizer. 
No livro, encontram-se trechos do diário e de algumas cartas da D. Leonor da Câmara, mestra de D. Maria II, e de Vitória de Inglaterra, que são fascinantes.

Vale muito a pena a leitura!

By Lum
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sexta-feira, 27 de abril de 2018

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Receita - Arroz de Frango na Panela

Olá,

Hoje trago-vos uma sugestão para o jantar. Saboroso, saudável e fácil de confeccionar: Arroz de Frango na Panela.



Vi esta receita na Revista Continente Magazine de Janeiro de 2018, e decidi fazê-la, mas alterei alguns ingredientes.


Ingredientes (4 pessoas):
3 Peitos de Frango
1 Colher de Chá de Mostarda Dijon
1 limão
Azeite q.b.
2 Cebolas médias
1 Dente de Alho
1 Colher de Sopa de Molho de Soja
1½ Chávenas de Arroz Selvagem
3 Chávenas de Água
1 Cabeça de Brócolos
Flor-de-Sal q.b.

Preparação:
1. Temperar o frango com a mostarda e o sumo de limão. Reservar;
2. Numa panela grande, refogar as cebolas picadas e o dente de alho picado finamente com um fio de azeite. Quando começarem a amolecer, adicionar o frango cortado em cubos pequenos. Regar com o molho de soja e cozinhar em lume alto durante 5 minutos, mexendo sempre;
3. Juntar o arroz à panela, e deixar fritar por cerca de 2 minutos. Juntar, de seguida, a água e os brócolos separados em floretes mais pequenos;
4. Rectificar os temperos adicionando uma pitada de flor-de-sal. Baixar o lume e deixar cozinhar até o arroz estar bem cozido.

E voilà, pronto a servir! :)

By Lum



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