quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

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Imola, Itália

Em Outubro de 2017, fui a Itália, mais propriamente a Imola. Foram só dois dias, um deles para trabalho e sobrou meio dia para passear.

Vista do hotel; Gastronomia

Fiquei no Hotel Donatello, e gostei bastante… O hotel tem SPA, embora não tenho experimentado. O pequeno almoço do hotel era bem variado: tinha imensas opções sem glúten e sem lactose! Quanto ao jantar, apenas tive que dizer que era intolerante à lactose, que prontamente me disseram que faziam qualquer prato do menu “lactose free”. E como estava em Itália, comi massa :P

Os homens conhecem Imola por causa do Gran prémio de San Marino de F1 que se fazia lá à uns anos. Também conhecem porque foi no aeródromo de Imola que morreu o Ayrton Senna.
Mas vamos por partes: o que há para ver em Imola?
Começando pelo grande monumento do centro da cidade: Rocca Sforzesca Di Imola.

Rocca Sforzesca Di Imola.

É um monumento imponente e lindo, exemplo da arquitetura da Idade Média e o Renascimento.
As obras de construção deste castelo remontam a 1332, no entanto no século XV este foi adaptado aos novos sistemas de defesa exigidos para a época, sob o poderio de Gian Galeazzo Sforza, assumindo a estrutura de fortaleza que tem na actualidade.

Rocca Sforzesca Di Imola - Visto de lado; edifício e jardim no seu interior

Em 1499, a fortaleza foi sitiada e conquistada por Cesare Borgia. Em 1502, Cesare chamou Leonardo Da Vinci para fortalecer o edifício após os danos sofridos pela sua artilharia.
Com o tempo, a fortaleza perdeu a sua função original, devido à perda da necessidade defensiva de Imola. Em 1524, a fortaleza tornou-se uma prisão, até 1958.
Em 1973, a fortaleza foi restaurada e transformada em museu aberto ao público.

Rocca Sforzesca Di Imola - Entrada

Infelizmente, não foi possível eu entrar no museu, pois este tinha fechado às 14h… o.O 
Não entendi a ideia, e acho que é um ponto negativo a dar.
Só foi possível andar em redor da fortaleza e entrar numa zona fechada com jardim.

Outro edifício para ver em Imola é a Catedral de Imola, dedicada a Cassiano Di Imola.

Cassiano Di Imola

É um edifício enorme, e muito bonito, mas mais um fechado durante a tarde.

Outra local a visitar é o Palazzo Tozzoni, que não consegui visitar.

Entrada do Palazzo Tozzoni

Este palácio foi construído na primeira metade do século XVIII pelo arquiteto Domenico Trifogli, sendo um exemplo raro de uma residência nobre e bem preservada, tanto a nível de arquitetura, mas também de mobiliário.
O Palácio abriu como museu em 1981, tendo sido doado pelo último descendente de Tozzoni, Sofia Serristori Tozzoni.

E quem vai a Imola, não pode deixar de visitar o Aeródromo Internazionale Enzo e Dino Ferrari.

Aeródromo Internazionale Enzo e Dino Ferrari.

Como já disse, este aeródromo recebeu, de 1980 a 2006, etapas do Grande Prémio de San Marino. O nome deve-se a Enzo Ferrari, fundador da marca Ferrari, e ao filho Dino Ferrari.

Aeródromo Internazionale Enzo e Dino Ferrari; Ferrari da Fórmula 1; Local onde Ayrton Senna morreu

Junto ao aeródromo, que agora já não recebe qualquer corrida ou etapa, existe um museu.
Foi neste circuito que em 1994 morreu o famoso piloto Ayrton Senna. No local onde o acidente se deu, existe uma homenagem ao piloto. Na vedação da curva existem várias mensagens de homenagem deixada por anónimos.
Nessa zona fica um bonito jardim, e em frente à vedação pode-se ver uma estátua, também em homenagem ao piloto.

Estátua em homenagem a Ayrton Senna

Em conclusão, vale a pena visitar a cidade, é pequenina e vê-se bem a pé. Não é necessário mais de um dia para visitar. 

By Lum

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sábado, 13 de janeiro de 2018

O fim da Saga...

Parece que finalmente a saga das dores no pé chegou ao fim...

A última vez que falei sobre as dores no pé, o ortopedista tinha-me mandado para o reumatologista. 
Pois bem, fui ao reumatologista e ele lá me mandou fazer mais exames: analises para ver se tinha artrite reumatóide e uma eco doppler para ver como estavam as minhas veias. 
Conclusão: as análises deram negativo para a artrite e o eco doppler revelou que a minha veia safena da perna esquerda estava a fazer refluxo em 3 pontos diferentes, ao que o médico me disse que as minhas dores e inflamação nos tendões eram da circulação.


Mas que raio?!

Mandou-me para a cirurgia vascular e lá fui eu... Cheguei à consulta, e o médico olhou para os meus exames e disse "Acho estranho as suas dores e inflamação serem provocadas pela circulação.". Ele disse que realmente tenho ali um pequeno problema, mas que usando meias de descanso, ajudaria imenso, mas que duvidava de todo que era isso que me provocava o problema.

Conclusão: comecei a usar meias de descanso, as dores e a inflamação continuaram... mais sessões de fisioterapia, para pelo menos aliviar os sintomas. 

Mas deixar de ter dores é que não. Desde de Maio nesta vida, não posso fazer caminhadas, não posso fazer desporto e com isso, engordei quase 5-6kg, passear é um desespero após algum tempo de pé... Não podia continuar assim.


E foi então, que a minha fisioterapeuta me disse para trazer os meus exames para o ortopedista da clínica ver. Ela falou com ele sobre todos os sintomas e afins, marquei consulta, ele viu os exames, e disse que era super estranho a ecografia detectar inflamação nas articulações e tendinite nos peroniais e a ressonância magnética não. Disse que antes de repetir a ressonância (que é cara como o caraças, muito provavelmente o seguro não iria cobrir segunda vez), ía fazer um tratamento de choque.

Ora, tratamento de choque... medo!


Então o que era o tratamento? Um infiltraçãozinha com cortisona à mistura e uns comprimidos fortes "pa caraças".
E pronto, lá fiz eu a infiltração e a medicação durante 7 dias! E não é que melhorei 90%!!!!!

Para começar, tive uns efeitos secundários muita estranhos: agitação/ansiedade; dores de estomago; e o mais estranho, calor... muito calor! Sim, uma frio do catano, e eu a morrer de calor, a suar em bica, literalmente com o termostato avariado! Durante uns 4-5dias foi assim, acordava encharcada, suava durante todo o dia... não gostei! Mas a verdade é que valeu o esforço!

Neste momento, já consigo fazer bicicleta, já consigo caminhar durante o meu horário de trabalho sem dores e sem parecer uma maluquinha a caminhar/mancar. Apenas depois de todo o esforço ao fim do dia, doí-me um pouquinho. No entanto, a inflamação reduziu imenso, agora é fazer mais algumas sessões de fisioterapia e tudo indica que finalmente ficarei boa!



Conclusão final: após 3 ortopedistas diferentes, 1 reumatologia, 1 cirurgião vascular, raio-x, ecografias, ressonância e análises... e, ao fim de 7 meses de dores, faço um tratamento de choque e resulta na perfeição! E que tal me terem poupado a estes tempo de todo de dores, dinheiro gasto em consultas e exames e terem-me receitado logo isto?! Há médicos que realmente.... puuuffff

By Lum


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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Guimarães - Castelo e Paço dos Duques

Já faltava um post sobre a cidade de Guimarães, o chamado berço de Portugal! 
Fui aluna de mestrado do Polo de Azurém da Universidade do Minho, pelo que este post é obrigatória.

Chegada a Guimarães

Mas começando pelo Castelo de Guimarães...

Interior do Castelo de Guimarães

Á uns anos atrás, o castelo tinha entrada gratuita, mas não se visitava a torre, e a passagem em redor do castelo era íngreme e perigosa. Neste momento paga-se 2€ (fica mais barato se comprarem bilhetes combinados, mas já falarei mais à frente), mas agora existe passadiço em redor do castelo, sendo mais seguro a passagem e é possível entrar-se no interior da torre.

A fortaleza do Castelo de Guimarães foi construída no século X, quando a Condessa Mumadona Dias constrói na sua herdade um mosteiro e tem a necessidade de guardar e defender os monges e comunidade cristãs dos constantes ataques dos mouros e normandos.

Interior do Castelo - Passagem para a Torre

No século XII, dá-se a formação do Condado Portucalense, oferecido pelo rei D. Afonso VI de Leão e Castela à sua filha ilegitima D. Teresa de Leão pelo casamento com o Conde D. Henrique. Estes vem viver para Guimarães, e mandaram realizar várias obras no castelo, por forma a ampliá-lo e torná-lo mais forte. Dizem que foi no interior que provavelmente teria nascido D. Afonso Henriques.

Vários reis, entre os séculos XIII e XV realizaram várias obras de melhoramento e restauro do castelo.
Ficou conhecido por vários acontecimentos, tal como a Batalha de S. Mamede em 1128. Uma vez perdida a função defensiva, o Castelo ficou ao abandono e exposto à degradação até ao século XX, quando é declarado Monumento Nacional.

Vista do Castelo; Réplica da Espada de D. Afonso Henriques; história do Castelo em imagens e mapas

Na torre do Castelo é possível seguir toda a história do castelo através de imagens e mapas. Tem também uma replica da famosa espada de D. Afonso Henriques. Do Castelo pode apreciar-se uma vista ampla sobre a cidade, em que se vê também o Paço dos Duques de Bragança.

Estátua de D, Afonso Henriques, com a Igreja de S. Miguel do Castelo atrás

Entre o Paço dos Duques e o Castelo, situa-se a Igreja de S. Miguel do Castelo, construída muito provavelmente pelo Conde D. Henrique no início do século XII. É uma igreja de pequenas dimensões, mas com grande simbolismo, uma vez que terá sido aí que foi baptizado D. Afonso Henriques. Dentro da pequena igreja, é possível ver-se a pia baptismal. A entrada é gratuita.

Passando ao Paço dos Duques de Bragança...

Vista do Castelo para o Paço dos Duques e Igreja de S. Miguel do Castelo

O Paço dos Duques foi mandado construir no século XV por D. Afonso, filho bastardo do rei D. João I e futuro Duque de Bragança, e que serviu de residência a si e à sua segunda mulher, D. Constança de Noronha.
No século XVI entra em abandono e posteriormente em ruína que se agravou até ao século XX. O palácio começou a ser alvo de obras de reedificação em 1937 e transformado em museu a partir de 1959.

Interior do Paço dos Duques - fotos de algumas das salas que se podem visitar

Ao visitar o interior do Paço, é possível ver as várias salas onde se encontram enormes tapeçarias que narram várias histórias dos descobrimentos, mobiliário português e porcelanas da Companhia das índias. Existe ainda uma sala com várias armas e armaduras expostas. É possível ver enormes salões , uma capela com vitrais lindíssimos, e ainda o quarto de D. Catarina de Bragança.

O preço do bilhete normal para entrar no Paço é de 5 euros. No entanto, se comprar o bilhete combinado Paço dos Duques+Castelo de Guimarães pagam 6 euros (poupam 1 euro). Existem aqueles bilhetes especiais para crianças com menos de 12 anos, estudantes e reformados.

Igreja da Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos

Toda a cidade é envolta em história, onde é possível ver edifícios fantásticos. De salientar, a Igreja da Nossa Senhora da Consolação e Santos Passos, sendo um exemplar na arte barroca na cidade. 

Vale a pena a visita à cidade!

By Lum

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sábado, 6 de janeiro de 2018

Castelo de Ourém

Na nossa ida em Setembro de 2017 ao Santuário de Fátima, aproveitamos para ir visitar o Castelo de Ourém.

Chegada ao Castelo de Ourém

O Castelo fica situado no conselho de Ourém, distrito de Santarém, no topo mais alto da cidade. É também conhecido como Paço dos Condes de Ourém.

Para se chegar ao Castelo, é necessário percorrer a zona velha da cidade de Ourém, subindo estradas  íngremes e a pique, mas vale a pena, pois a zona é lindíssima. 

Fachada interior do Castelo; Vista do Castelo sobre a vila de Ourém

Este Castelo foi conquistado por D. Afonso Henriques aos mouros em 1136, embora o actual castelo fosse apenas construído em 1178.

Segundo se conta, o nome da cidade, Ourém, deve-se à história de uma moura que se apaixonou por um cavaleiro cristão, convertendo-se ao Cristianismo e adoptou o nome de Oureana. Antes, o nome da terra era Abdegas. Este acontecimento é comprovado pela carta foral em que D. Afonso Henriques doava a povoação a sua filha, D. Teresa.

Uma das Torres do Castelo de Ourém

Uma das torres do Castelo (a que fica virada para noroeste), ficou conhecida como "Torre de D. Mécia", uma vez que foi lá que D. Mécia Lopes de Haro ficou encarcerada, após ter sido raptada pelos partidários do infante D. Afonso, preocupados com a possibilidade de descendência ilegítima da união entre ela e o rei D. Sancho II, uma vez que eram primos. D. Mécia permaneceu nessa torre até se retirar para Castela.

Sob o reinado de D. Dinis, a vila foi doada à Rainha Santa Isabel, no entanto, e devido ao fraco povoamento, esta reverteu novamente à coroa. 
No reinado de D. Pedro I, Ourém foi elevada a condado, sendo o 1º Duque de Ourém D. João Afonso Teles de Menezes, tio da rainha D. Leonor Teles.

Por intermédio de D. Leonor Teles, D. Fernando I entrega o título de 2º Conde de Ourém a João Fernandes Andeiro, conhecido por Conde Andeiro, amante da rainha.

Jardim do Terreiro no interior do Castelo, onde se encontra a Estátua de D. Nuno Alvares Pereiro, 3º Conde de Ourém

Ao deslocarmos-nos em redor do Castelo, deparamos-nos com um jardim enorme, muito arranjado e bonito, onde é possível apreciar a paisagem sobre a cidade. No meio do jardim, do lado norte, encontra-se a estátua de D. Nuno Alvares Pereira, o Contestável do Reino.

Estátua de D. Nuno Alvares Pereira, 3º Conde de Ourém e Condestável do Reino

Após o assassinato do Conde Andeiro pelo Mestre de Avis, futuro rei D. João I, D. Nuno Alvares Pereira recebe o título de 3º Conde de Ourém. Foi daqui que partiu para a famosa Batalha de Aljubarrota.

No século XV, o neto do rei D. João I, D. Afonso 4º Conde de Ourém, transformou o castelo em Paço residencial, adoptando uma arquitetura militar e palaciana.

Foto da a espectacular arquitectura do Castelo

O Castelo é realmente lindíssimo, de arquitetura invulgar. 

Durante o terramoto de 1755, o Castelo e a parte velha da Vila foram parcialmente destruídos, sendo a vila abandonada.

Fachada interior 

Após vários períodos em que o Castelo foi-se degradando e ruindo devido ás várias intempéries e abandono, na década de 60 começou a ser alvo de alguns restauros. 

Uma das Torres do Castelo de Ourém

Aconselho a visita tanto ao Castelo como a Vila! Apesar do castelo ter algumas partes em ruína, é possível admirar a sua arquitectura... é um castelo de uma beleza realmente invulgar! A entrada é gratuita!

By Lum
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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Padeira de Aljubarrota, de Maria João Lopo de Carvalho


"Muitas histórias correram sobre a humilde mulher que, em 1385, numa aldeia perto de Alcobaça, pôs a sua extrema força e valentia ao serviço da causa nacional, ajudando assim a assegurar a independência do reino, então seriamente ameaçada por Castela. É nos seus lendários feitos e peripécias, contados e acrescentados ao longo dos tempos, que se baseia este romance, onde as intrigas da corte e os tímidos passos da rainha-infanta D. Beatriz de Portugal se cruzam com os caminhos da prodigiosa padeira de Aljubarrota, Brites de Almeida, símbolo máximo da resiliência e bravura de todo um povo."

Este livro foi uma agradável surpresa. Quando o comecei a ler, fiquei receosa de ser um pouco maçudo , pois o livro é enorme... mas não! O livro prendeu-me à leitura logo desde de início. Brites de Almeida foi uma melhor valente e que sofreu bastante por ser diferente: tinha corpo e força de homem, olhos pisqueiros, tinha 6 dedos em cada mão, em resumo, não era bonita. Desde de cedo viu-se ser chamada de Dama Pé de Cabra! Passou por várias provações, sendo acusada de bruxa. 
Adorei a forma como a autora ligou a vida de Brites com os acontecimentos históricos de Portugal. De como a ligou a rainha-infanta D. Beatriz, sendo o escudeiro Lopo a paixão em comum das duas.

Um aparte nesta história, não posso deixar de notar, que neste livro e no livro Tentação de D. Fernando (ver post aqui), que D. Leonor Teles é descrita sempre da mesma forma: maldosa, ambiciosa, intriguista e em que muito fez sofrer D. Fernando que era estupidamente apaixonado por ela. Tenho o livro Rosa Brava para ler que é sobre ela, e até estou curiosa para ver a descrição que fazem. No entanto, não posso deixar de achar que, apesar da maldade, que foi uma mulher inteligente e estratega.

Outro aparte nesta história, não posso deixar de sentir alguma "pena" de D. Beatriz. Parece-me ter sido apanhada no meio de uma teia, ainda tão novinha, não tendo possibilidade de se afirmar como rainha de Portugal. Não teve culpa das escolhas feitas pelos pais para a casar. Não é uma infanta muito falada na nossa história, mas historiadores dizem que D. Beatriz "Amava Portugal, mas Portugal esqueceu-a."

Um livro de leitura obrigatória que nos prende do início ao fim!

By Lum 

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sábado, 30 de dezembro de 2017

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Purina Felix

Hello,

A marca Purina Felix costuma fazer algumas actividades em que podemos ganhar amostras de comidinha para os nossos bichanos (o que é brutal!)

Á cerca de um mês, voltei a participar numa e recebi um saquinho de de biscoitos Party Mix da Purina Felix e o Pantufas adorou!!!


E como ele gostou tanto, nada como fazer um post em jeito de agradecimento à Purina Felix.

Eles tem uma gama bem variada de produtos, sendo biscoitos ou comida húmida, que o Pantufas adora! Ele nunca tinha experimentado este sabor de biscoitos, e adorou! E já voltei a comprar... ele gosta tanto destes miminhos!


Para quem quiser experimentar os produtos novinhos da marca, é só ficarem atentos ao Facebook (aqui) e participar nas actividades! Senão, podem sempre encontrar a marca à venda num super ou hipermercado perto de si :) Os nossos bichanos agradecem!!

By Lum
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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

domingo, 24 de dezembro de 2017

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

DVD de Delain... Finalmente!!

Em Maio do ano passado, entrei na campanha da Pledge da banda Delain. 
A ideia era conseguirem angariar fundos para o concerto que festejaria os 10 anos da banda, e então optei por comprar o CD DVD do concerto. 
O concerto foi em Dezembro, entre esse tempo, lançaram o álbum Moonbathers e o EP Lunar Prelude.

E eis que na passada sexta-feira, chegou finalmente o CD DVD BluRay assinado pela banda :)


Ao início era só CD DVD, mas eles enviaram: 2 CDs com o concerto, 1 DVD e 1 BluRay.


A tracklist:
1.  Intro (The Monarch)  
2.  Hands of Gold (feat. Alissa White-Gluz)  
3.  Suckerpunch  
4.  The Glory and the Scum  
5.  Get the Devil Out of Me  
6.  Army of Dolls  
7.  The Hurricane  
8.  April Rain  
9.  Where is the Blood (feat. Burton C. Bell)  
10.  Here Come the Vultures  
11.  Fire With Fire  
12.  The Tragedy of the Commons (feat. Alissa White-Gluz)  
13.  Danse Macabre  
14.  Sleepwalker's Dream (feat. Rob van der Loo, Sander Zoer, and Guus Eikens)  
15.  Your Body is a Battleground (feat. Marco Hietala – video)  
16.  Stay Forever  
17.  See Me In Shadow (feat. Liv Kristine and Elianne Anemaat)  
18.  The Gathering  
19.  Pristine (feat. George Oosthoek)  
20.  Mother Machine  
21.  Sing to Me (feat. Marco Hietala – video)  
22.  Don’t Let Go  
23.  We Are the Others  

+ (apenas no DVD/ BluRay):

1.  We Are the Others – A Decade of Delain documentary  
2.  We Are the Others (Live at Masters of Rock 2015)  
3.  Suckerpunch(Music video)


A performance que mais gostei foi da música Pristine.. simplesmente fantástica! De salientar, as perfomances das músicas Hands of Gold, Where is the Blood, The Tragedy of the Commons, See me in Shadow e We Are The Others.

Entretanto, a banda lançou o video da Fire with Fire para promover o DVD:


As capas são muito giras e de bom gosto, o DVD está super bem gravado, os autógrafos foram a cereja no topo do bolo. Adorei!

By Lum


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